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#Fernando Pessoa
gabriel-sabo · 2 hours ago
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Fernando Pessoa
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vivrelaviepapillon · 2 hours ago
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Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser
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gabriel-sabo · 2 hours ago
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Fernando Pessoa
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gabriel-sabo · 3 hours ago
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Fernando Pessoa
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gabriel-sabo · 3 hours ago
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gabriel-sabo · 3 hours ago
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textosquetocam · 3 hours ago
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Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, são os que são absurdos — a ânsia de coisas impossíveis, precisamente porque são impossíveis, a saudade do que nunca houve, o desejo do que poderia ter sido, a mágoa de não ser outro, a insatisfação da existência do mundo. Todos estes meios-tons da consciência da alma criam em nós uma paisagem dolorida, um eterno sol-pôr do que somos. O sentirmo-nos é então um campo deserto a escurecer, triste de juncos ao pé de um rio sem barcos, negrejando claramente entre margens afastadas.
Fernando Pessoa
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ateomundoesquecer · 13 hours ago
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Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
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psychicdonuts · 15 hours ago
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i’m missing from myself
@putridpink “a piece about loving while borderline” // anaïs nin // lori gottlieb “maybe you should talk to someone: a therapist, her therapist, and our lives revealed” // “red doc” anne carson // fernando pessoa “the book of disquiet” // unknown // jeanette winterson “written on the body” // normal people (2020) // olivia laing “the lonely city” // anaïs nin // autumn sonata (1978)
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williammoll · 22 hours ago
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Fernando Pessoa. Cerca de grandes muros. Eu sou uma antologia. [14]
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bohemkokusu · a day ago
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“Sıradanlık bir yuvadır. Günlük hayat bir ana gibi kucak açar insana. Büyük şiirin içinde yüce arzuların zirvelerine doğru, aşkın ve okült şeylerin doruklarına doğru uzun bir yolculuk yaptıktan sonra, mutlu aptalların kahkahalarla güldüğü hana dönmek müthiş iyi gelir, hayatın bütün sıcaklığına kavuşmuş oluruz böylece. biz de Tanrı’nın yarattığı halimiz dönerek aptallaşır, onlarla kadeh tokuştururuz, bize bahşedilmiş olan evrenden memnunuzdur artık, gerisini de dağlara tırmanıp da, tepeye varınca öylece bakınmakla yetinenlere havale ederiz.” 
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dadon-a-isthesis · a day ago
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Busco — não encontro. Quero, e não posso.
Fernando Pessoa como Bernardo Soares
Livro do DESASSOSSEGO
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givemesomesunshine · a day ago
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I'm nothing but nausea, nothing but reverie, nothing but longing. I'm something very far removed, and I keep going.
Fernando Pessoa, from “English song”, A Little Larger Than The Entire Universe: Selected Poems
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empessoa · a day ago
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Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente.
Odes de Ricardo Reis,                        Fernando Pessoa.                     
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empessoa · a day ago
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A realidade Sempre é mais ou menos Do que nós queremos. Só nós somos sempre Iguais a nós-próprios.
Odes de Ricardo Reis,                      Fernando Pessoa.
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empessoa · a day ago
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Deixa passar o vento Sem lhe perguntar nada. Seu sentido é apenas Ser o vento que passa…
Poemas de Ricardo Reis,                                  Fernando Pessoa.
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empessoa · a day ago
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Ricardo Reis Anjos ou deuses, sempre nós tivemos
Anjos ou deuses, sempre nós tivemos A visão perturbada de que acima De nós e compelindo-nos Agem outras presenças.
Como acima dos gados que há nos campos O nosso esforço, que eles não compreendem. Os coage e obriga E eles não nos percebem,
Nossa vontade e o nosso pensamento São as mãos pelas quais outros nos guiam Para onde eles querem E nós não desejamos.
16-10-1914
Odes de Ricardo Reis . Fernando Pessoa. (Notas de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1946 (imp.1994).
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smakkabagms · a day ago
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The sickly surfaces of the pools I created in dreams wounds me. The paleness of the moon I envision shining on forest landscapes is mine alone. The autumn of stagnant skies that I recall without ever having seen them is nothing but my own weariness. My whole dead life weighs on me, all my failed dreams, everything I had that was never mine, the blue of my inner skies, the visible murmur of the rivers of my soul, the vast, troubled peace of wheat fields on plains that I see and yet do not see.
Fernando Pessoa, The Book of Disquiet
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smakkabagms · a day ago
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I am constantly on the defensive. Life and other people bruise me. I can't look reality in the eye. The sun itself leaves me feeling discouraged and desolate. Only at night, by myself, alone, forgotten and lost - with no links with reality, no need to participate in anything useful - only then can I find and comfort myself.
Fernando Pessoa, The Book of Disquiet
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elizabethanism · a day ago
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To My Dear Mother
Here I am in Portugal,
In the lands where I was born.
However much I love them,
I love you even more.
Pessoa's first quatrain in letter to his mom, July 1895
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