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#manoel de barros
paulo-williams · 10 hours ago
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"Quem anda nos trilhos é trem de ferro. Liberdade caça jeito" (Manoel de Barros)
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portalemcioranbr · 21 days ago
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Os poetas analfabetos do Sertão do Pajeú
Os poetas analfabetos do Sertão do Pajeú
O MUNDO do agricultor Leonardo Bastião se resume ao sítio onde mora, na zona rural de Itapetim, no sertão do Pajeú pernambucano. De lá, ele quase nunca sai. E, desse universo, tira a inspiração para fazer poesia: “A sombra que me acompanha/ Não é a que me socorre/ Se eu andar, ela anda/ Se eu correr, ela corre/ E é mais feliz do que eu/ Não adoece nem morre” Só que Bastião, de 74 anos, não sabe…
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ecoandopoesia · a month ago
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ENTRE VER E VIVER.
A felicidade pode ser encontrada em todos os lugares. Inclusive aonde menos se espera, basta abrir os olhos e a mente e se dispor a vê-la em todos os detalhes. É necessário que vejamos a vida com um olhar de leveza, permitindo-nos estar aberto para que as coisas da vida naturalmente aconteçam. Nas minúcias descobrimos o valor de uma realidade. Observar as miudezas da vida faz a diferença. Pois uma grande visão nasce de um pequeno detalhe.
@ver.sificandoemi
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ma-pi-ma · a month ago
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La poesia è custodita nelle parole – è tutto ciò che so. Il mio destino è non capire quasi nulla. Sul nulla ho conoscenze profonde. Non coltivo connessioni con il reale. Per me potente non è chi scopre l’oro. Potente per me è chi scopre cose insignificanti: del mondo e nostre. Per questa piccola frase mi hanno eletto imbecille. Mi sono emozionato e ho pianto. Ho un debole per gli elogi. 
Manoel de Barros, da Trattato generale delle grandezze del trascurabile, 2001
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risoselagrimas · a month ago
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A poesia está guadarda nas palavras - é tudo que eu sei.
Meu fado é o de não saber quase tudo.
Sobre o nada eu tenho profundidades.
Não tenho conexões com a reladidade.
Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.
Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossa).
Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.
Fiquei emocionado.
Sou fraco para elogios.
- Tratado geral gas grandezas do ínfimo, Manoel de Barros
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risoselagrimas · 2 months ago
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Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas
Dou respeito às coisas desimportantes
e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim um atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato
de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.
- O apanhador de desperdícios, Manoel de Barros
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las-microfisuras · 4 months ago
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XV.
Dentro do abandono de minha boca tem uma luxuria
- Manoel de Barros, Caderno de apontamentos.
Manoel de Barros por Marcelo Buainain
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mayolfederico · 4 months ago
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diciannove dicembre
Alfa Castaldi, Parfum Karl Lagerfeld, Milan, 1983   Convinto Era un granchio molto convinto. Si riteneva all’altezza del fiore. Passava davanti alla nostra casa Senza neanche volgere lo sguardo. Sembrava fosse a bordo di una carrozza principesca. Procedeva lentamente Come da protocollo Per ricevere applausi. Troppo convinto. Non si fermò neppure a mangiare la guaiava. (Penso che chi va in…
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comporsilencios · 5 months ago
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~ Manoel de Barros
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tempestades · 5 months ago
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tempestades · 5 months ago
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Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas
Dou respeito às coisas desimportantes
e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim um atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
Sou um apanhador de desperdícios:
Amo os restos
como as boas moscas.
Queria que a minha voz tivesse um formato
de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.
-O apanhador de desperdícios, Manoel de Barros.
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quintoanofarialima · 5 months ago
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Lukas Zapparoli Mola 5ano C
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dadon-a-isthesis · 5 months ago
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Lugar sem comportamento é o coração.
Manoel de Barros
O livro das IGNORÃÇAS  
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quintoanofarialima · 5 months ago
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Caricatura de manuel de barros
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schizografia · 5 months ago
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Non è per lodarmi ma io non ho splendore. Sono un referente per la ruggine più che un referente per la folgore. Lavoro arduamente per fare quello che è disnecessario. Ciò che serve non ha conferma, quel che non serve ce l'ha. Non sarò più un povero diavolo che soffre di nobiltà. Solo le cose striscianti mi celestiano. Ho una mania per fannullare. Le violette mi immensano.
Manoel de Barros - Il libro sul nulla
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paraflorar · 5 months ago
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A dica de hoje é de um APP! O projeto Crianceiras “pretende aproximar as crianças das artes: da literatura, da música, do teatro, do cinema de animação e da tecnologia digital, fazendo-se ponte da obra poética para a infância.
São 10 poemas musicados que primeiro deram origem ao disco, depois ao espetáculo e, agora, a esse aplicativo. Através da interatividade, o aplicativo Crianceiras é um convite para despertar a imaginação e nos levar a ser mais árvore, passarinho, peixe, jacaré…”
No aplicativo está um compilado de poemas de Manoel de Barros, com a musicalização do cantor e compositor Márcio Camilo e com as iluminuras de Martha Barros, filha do poeta. Conta com clipes, poesias interativas, iluminuras para compor desenhos e além de outras atividades que podem ser acessados gratuitamente! Para mais informações acesse o site do @crianceiras
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📸 APP Crianceiras
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dadon-a-isthesis · 6 months ago
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A poesia está guardada nas palavras — é tudo que eu sei.
Manoel de Barros
“Meu fado é o de não saber quase tudo. Sobre o nada eu tenho profundidades. Não tenho conexões com a realidade. Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro. Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas). Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil. Fiquei emocionado. Sou fraco para elogios.”
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diegomundim · 6 months ago
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As coisas que não existem são mais bonitas.
Manoel de Barros
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tresfoufou · 6 months ago
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Não tenho bens de acontecimento. O que não sei fazer desconto nas palavras. Entesouro frases.
Manoel de Barros
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processocriativo · 7 months ago
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Manoel de Barros
Gosto de trabalhar neste meu lugar, no meio dos meus dicionários, dos meus livros, do meu abandono. Preciso me sentir sozinho, quase abandonado, para escrever. Preciso que ninguém me veja sonhando palavras. Se alguém me enxergar sonhando palavras, ele vai verificar que na ponta de mim tem um lápis na mão de um bocó. Neste lugar fechado é que a minha imaginação se solta.
(para Thais | sem data)
Continuo escrevendo a mão em caderninhos que eu mesmo fabrico. Não sei escrever de computador, nem mesmo sei escrever diretamente na minha velha olivetti. Uso máquina só para copiar meus rascunhos. Sou viciado em rascunhos. Não sei escrever nada de primeira mão. Nem telegrama de pesâmes nem bilhetinho pedindo um lápis emprestado. De tudo tenho que fazer rascunho. Minha borracha, aliás, é mais viciada do que eu. Ela acha que tem que apagar pelo menos uma vírgula mal colocada. É um costume que adquirimos no internato. Eu tinha um professor de português chato, perfeccionista. Tirava nota da gente só por uma cedilha não posta. De forma que uso borracha até hoje só para não perder ponto.
(para Maria Claudia Miguel | 1999)
De um modo geral, não havendo transtornos, trabalho quatro horas por dia. Mas o nosso trabalho não é só escrever. É ler, pesquisar linguagem, ouvir música erudita, ver a obra dos pintores, dos escultores, etc. Isso para que nossa imaginação criadora desabroche.
(para Priscila Guimarães | 2008)
Cartas retiradas do catálogo Ocupação Manoel de Barros (Itaú Cultural)
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