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#albert camus
commerceofsouls · 2 hours ago
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And until my dying day I shall refuse to love a scheme of things in which children are put to torture.
- Albert Camus, The Plague (1947)
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vieortue · 7 hours ago
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"Son mektup. Sadece sana salı günü geleceğimi söylemek için...
Yakında mükemmelim. "
Camus bir mektubunda Maria'ya salı günü kavuşacaklarını söylüyor. Kavuşacaklarını ve sonra her şeye yeniden başlayacaklarını... Ama öyle olmadı. Bu mektubu yazdıktan birkaç gün sonra Albert Camus, 4 Ocak 1960 Pazartesi günü bir trafik kazasında hayatını kaybetti.
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acknowledgetheabsurd · 10 hours ago
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I shouldn't have written to you tonight, by the way, and I'll take this letter back in the morning. But I felt a heart so full of memories and desires, so agitated by you, that I had to talk to you a little, as I would like to do, lips to lips, sometimes detaching myself to look at your wonderful face of consent. Ah, my darling, how I need only one sign from you to live.
Albert Camus to Maria Casarès, Correspondance, September 10-11, 1949 [#89]  
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kestane · 13 hours ago
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La première phrase de La Honte d'Annie Ernaux
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La première phrase de L'Etranger d'Albert Camus
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guerrilheiro-urbano · 13 hours ago
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"A Peste" brasileira
RAÍ SOUZA VIEIRA DE OLIVEIRA
Que me perdoem Camus, seus estudiosos e milhões de admiradores, peço licença para repetir aqui algumas de suas palavras, do clássico "A Peste", de reivindicar tua audácia, uma ousadia à imagem das tuas, para me ajudar neste momento de súplica rebelde, deste espasmo de "combat" e de "combattant", diante de atos desumanos e suas terríveis consequências.
Como brasileiro, como tantos outros e perante o mundo, assumo aqui que estamos habitados, sitiados, nestes tempos sombrios de nossa história, por mais de uma terrível peste. Este duplo flagelo, cujas devastações são apenas o acréscimo de nossos próprios erros coletivos, que pode contaminar muito além de nossas fronteiras.
Além da "Peste" biológica, epidemia pessimamente gerida, causadora da maior crise sanitária da história do Brasil, temos outro mal, que no longo prazo pode deixar terríveis sequelas ainda mais profundas. A peste anti-diplomática que nos isola, a peste que corrói a Amazônia, o meio ambiente e persegue os que a protegem, o mal que distancia a vigilância e permite passar a boiada, aceita garimpos em reservas indígenas, que prefere troncos deitados a vê-los em pé, vivos, pragas cúmplices dos responsáveis por estes crimes. 
Também a peste que castra liberdades, ameaça a democracia e resgata a censura, a peste preconceituosa que promove a intolerância, a homofobia, o machismo e a violência.
Enfim, a Peste que nos destrói, destrói a razão e o bom senso, que perturba nossa essência, nossa consciência e nega a ciência. 
A Peste que promove o ódio é inimiga das artes e da cultura. Ela, que tem suas próprias variantes, é obra de um clã. Associada ao distanciamento, ao negacionismo, a desinformação, a mentira, acaba por reprimir, mesmo que temporariamente, nossa revolta, resistência e indignação.
Citamos Camus: 
"Os flagelos, na verdade, são uma coisa comum, mas é difícil acreditar neles quando se abatem sobre nós. Quando estoura uma guerra, as pessoas dizem: 'Não vai durar muito, seria estúpido'. Sem dúvida, uma guerra é uma tolice, o que não a impede de durar. A tolice insiste sempre, e nós a compreenderíamos se não pensássemos sempre em nós".
Sim, aqui do outro lado do Atlântico, este oceano que nos separa e nos aproxima, amigo francês, vemos de tudo. Da "ocupação" de boa parte de nosso espírito, até ideias muito próximas de um nazismo medíocre, ao menos de um ideal genocida de poder, que se pretende genocida de ideias, mesmo que para isso a morte de concidadãos enteja no caminho, nem que para isso aconteça um massacre humanitário, desnecessário, com centenas de milhares de mortes evitáveis.
O mal está espalhado: meio ambiente, relações internacionais, Fundação Palmares, direitos humanos. Chegamos ao cúmulo de assistirmos um certo secretário de Cultura parafraseando em rede nacional o discurso de Joseph Goebbels, ministro de Adolf Hitler antissemita, maldita alma da pior das ideologias.
"Tinham visto morrer crianças, já que o terror, há meses, não escolhia, mas nunca lhes tinham seguido o sofrimento minuto a minuto, como faziam desde essa manhã".
No nosso caso —que revoltaria ainda mais os personagens de Camus—, morrem inocentes por falta de oxigênio, e/ou por falta de leitos. É preciso então, mais que resistir. 
Contra este peste brasileira que veste um terno sombrio com seu sorriso astuto, ataca seus adversários com repressão, agressão e perseguição, resgatando "sobras legais" herdadas da ditadura, como a lei de segurança nacional. Nosso Brasil, depois de ter passado por 20 anos de torturas, assassinatos, censuras, pensávamos nunca mais sofreríamos deste mal.
Ainda Camus: 
"O padre dizia que a virtude da aceitação total de que falava não podia ser compreendida no sentido restrito que lhe era habitualmente atribuído, que não se tratava da banal resignação, nem mesmo da difícil humildade". 
"Era por isso —e Paneloux afirmou ao seu auditório que o que iria dizer não era coisa fácil— preciso querê-la, porque Deus a queria".
"O Brasil acima de tudo e Deus acima de todos". Este era o slogan da última campanha presidencial, esta que acompanhou a vitória do inominável. Alguns de nós já imaginávamos que por detrás destas palavras, se escondia a carne do mal coberta pela fake-pele de um fake-salvador da pátria, uma clara tentativa de iludir cidadãos de boa-fé, evangélicos, fiéis e crentes de Deus, já feridos e traídos em sua cidadania, querendo fazer crer que toda e qualquer atitude de seu governo segue princípios divinos.
Pois me diga, que Deus seria este que destrói e coloca a vida humana em um plano tão desprezível?
"Porque ele sabia o que essa multidão eufórica ignorava e se pode ler nos livros: o bacilo da peste não morre nem desaparece nunca, pode ficar dezenas de anos adormecido nos móveis e na roupa, espera pacientemente nos quartos, nos porões, nos baús, nos lenços e na papelada. E sabia, também, que viria talvez o dia em que, para desgraça e ensinamento dos homens, a peste acordaria seus ratos e os mandaria morrer numa cidade feliz".
E me permita completar, e em meu país, perigosamente distraído.
O Brasil que queremos e que o mundo precisa, também negou o horror que se aproximava. E, portanto, há décadas os ratos já estavam aqui mostrando seus rostos e dentes, de olhos revirados, afiando suas unhas. 
E não nos atentamos. 
Será que nós, concidadãos, e sobretudo nosso parlamento, também somos negacionistas/cumplices, ao não querer enxergar o tamanho do perigo, ao nos sujeitarmos a este poder já manchado de sangue e de crimes?
Eu sei que longo prazo, e seja qual for o país, o homem corajoso, o cientista, o resistente conseguirão juntos derrotar o mal. Aqui, não será tão simples assim, porque carregamos nas nossas costas a histórica extrema desigualdade, econômica, social e educacional que esteriliza alguns comportamentos e aniquila a vontade de ruptura.
Toda Peste causa separações profundas e dolorosas. 
E olhem nós aqui, já isolados, tratados como pária do mundo... 
Mas, sobretudo, separados de nós mesmos, desviados do Brasil que viemos para ser, do nossa essência, da nossa natureza, do país do futuro e de um mundo mais humano e justo. Do país exuberante, da alegria de viver que faz sonhar, que dança, brinca, canta e encanta. 
Porém, ao nos rendermos ao mal, passivos, mostramos o que temos de pior. 
O país da miscigenação não pode ser o da negação do seu próprio destino!
"O flagelo não está à altura do homem; diz-se então que o flagelo é irreal, que é um sonho mau que vai passar. Mas nem sempre ele passa e, de sonho mau em sonho mau, são os homens que passam?"
Como fazer para se livrar deste pesadelo? 
Sobretudo não fiquemos anestesiados, amordaçados por esta "angústia muda". 
Fora com este mal maior, fora a estupidez que desencoraja o uso de máscaras, que dificulta o combate ao vírus, que mata e deixa morrer, e ainda insiste!
Vacinemo-nos uma vez por todas! 
Vacinemo-nos também para expulsar de nós o mal maior, que vai muito além do agente infeccioso microscópico, que gangrena nosso "corps social".
Porque não basta identificar o sequenciamento do vírus que nos impõe suas leis e viola nossos direitos, devemos agora encontrar o antídoto. 
Vacina sim! 
Ele não! 
Ele nunca mais! 
Fora Bostonauro (sem partido)! 
Caso contrário, nos tornaremos a nossa própria peste.
"A partir desse momento, pode-se dizer que a peste se tornou um problema comum a todos nós".
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nietzschenin-ati · 20 hours ago
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Kendi kendime de Dünyaya da yabancıyım.
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thoughtkick · 21 hours ago
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What we can or cannot do, what we consider possible or impossible, is rarely a function of our true capability. It is more likely a function of our beliefs about who we are.
Albert Camus
145 notes · View notes
words-and-coffee · a day ago
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She was talking, but no sound issued from her mouth. She was talking, but she herself hardly heard what she was saying.
Albert Camus, Exile and the Kingdom - The Adulterous Woman
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“Créer, c’est vivre deux fois. ”
Albert Camus / Mythe de Sisyphe
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words-and-coffee · a day ago
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She was drifting on the surface of sleep without sinking
Albert Camus, Exile and the Kingdom - The Adulterous Woman
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thoughtkick · 2 days ago
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Find meaning. Distinguish melancholy from sadness. Go out for a walk. It doesn't have to be a romantic walk in the park, spring at its most spectacular moment, flowers and smells and outstanding poetical imagery smoothly transferring you into another world. It doesn't have to be a walk during which you'll have multiple life epiphanies and discover meanings no other brain ever managed to encounter. Do not be afraid of spending quality time by yourself. Find meaning or don't find meaning but "steal" some time and give it freely and exclusively to your own self. Opt for privacy and solitude. That doesn't make you antisocial or cause you to reject the rest of the world. But you need to breathe. And you need to be.
Albert Camus, from Notebooks, 1951-1959
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acknowledgetheabsurd · 2 days ago
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Albert Camus
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praguehead · 2 days ago
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“No, there was no way out, and no one can imagine what nights in prison are like.”
- Albert Camus, “The Stranger”
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hymnofdeath · 2 days ago
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Mutsuzluğun yalnızlığın karşısında yüreği, "Hayır!" diyordu bugün.
Mutlu Ölüm
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