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There's almost an equal split between the sexes on Tumblr - 51% male, 49% female.
#Portuguese
triplesign · 3 hours ago
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Toujours dans les meilleurs endroits.
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alighierie · 5 hours ago
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so I’m just very enthusiastic to remind everyone that a many Ibero-Romance nouns derive from Arabic articles (aka ‘al’) + nouns
so el arroz (🇪🇸)? ‘the the rice’
el azúcar (🇪🇸)? ‘the the sugar’
a aldeia (🇵🇹)? ‘the the village’
and it ain’t even limited to Ibero-Romance, either...
l’albicocche (🇮🇹)? ‘the the apricot’
l’aubergine (🇫🇷)? ‘the the aubergine’
the list goes on, and on, and on
👏👏👏👏
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versteck · 5 hours ago
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talvez seja eu
que dependa que defenda que pare
que pira que fira que fale
que não saiba medir ou me cale
não deves entender o que sou t a l v e z . . .
arranca o que não vejo do fundo do teu peito incerto isto é medo
e eu quero sumir com os meus
t a l v e z . . . eu
não repare não lembre nem guarde
fotos demais fatos banais pousados atrás
de uma melancolia quase sadia mas nem sempre eficaz
brincos e dedos brigo em segredo com tantos enredos
para tais circunstâncias parentais discrepâncias me romperam o fim
t a l v e z . . .  eu . . . s e j a
[ uma parte inacabada ]
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tulipas-de-narnia · 7 hours ago
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Só quero falar uma coisa kkk:
Estressei...
Obs. : se vc fala inglês, então fala inglês, não vem falar comigo em espanhol comigo não !!!... Kkkkk
Obs. 2 : my mother tongue is Portuguese not Spanish
Obs. 3: não use CAPS LOCK comigo, por favor!
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unsparingcritic · 9 hours ago
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The Girl From Ipanema is a far weirder song than you thought
I think Portuguese is one of the two most beautiful languages in the world; Russian is the other,
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faceclaimhaven · 12 hours ago
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Adriana Lima
Gender: Female Ethnicity:  Brazilian ( Portuguese, Indigenous, Swiss, African, Japanese ) Nationality: Brazilian Date Of Birth: 12 June 1981   Hair Color: Brown Eye Color: Blue
Adriana Lima is a Brazilian model and actress, best known as a Victoria's Secret Angel
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triplesign · 15 hours ago
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“Mas o homem não foi feito para a derrota…” Lembra-se de uma das maiores linhas da história da literatura inglesa? Como é ser um pescador moderno? Uma viagem para o cais de pesca Yazhou na cidade de Sanya, no sul da China, embarcando na manhã de domingo às 4h30, horário de Pequim, você descobrirá que, com todas as tecnologias modernas, o romance atemporal entre as linhas de Earnest Hemmingway não desaparecido.
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triplesign · 15 hours ago
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A história do milho começa há 9.000 anos nos vales montanhosos do México. As populações neolíticas então comem uma planta selvagem chamada teosinto. ... AC, o milho já se espalhou para as terras baixas de Yucatan, Caribe e zona equatorial da América do Sul.
Quando Cristóvão Colombo pousou nas margens do Novo Mundo em 1492, ele descobriu que, neste continente desconhecido, o ouro crescia nos campos. Uma planta sagrada para os nativos americanos por milênios, o milho está, por sua vez, prestes a conquistar a Europa. É a história desta planta, que está singularmente ligada à da nossa civilização, que hoje te conta o blog da agricultura Explicado por quem a conhece.
No início nasceu o teosinto nas terras altas do México, uma forma primitiva de milho cujos vestígios mais antigos conhecidos datam de 6.700 aC. Esta planta forrageira é morfologicamente diferente do milho como o conhecemos hoje: cada grão dá origem a muitos talos (perfilhos), com várias pequenas espigas de 6 a 8 grãos soldados entre si. Os arqueólogos colocam o início de sua domesticação por volta de 3000 aC. Colheita após colheita, os agricultores seleccionaram teosintes obedecendo a critérios específicos: casca da semente menos dura e portanto apta ao consumo, sementes que não caem ao solo antes da colheita e plantas com uma ou duas espigas. Esses mesmos produtores também adaptaram gradualmente o milho a todos os climas das Américas, de planícies tropicais a vales e terras altas a 4.000 metros acima do nível do mar, incluindo as ilhas do Caribe e o Canadá.
A história do milho na América não é apenas a de uma planta domesticada por humanos. É uma planta sagrada, profundamente ligada à mitologia e às práticas culturais e artísticas das civilizações indígenas americanas. As lendas ancestrais dizem que foi oferecido aos homens pelos deuses: no início dos tempos, o sol teria explodido antes de despejar sobre a terra uma chuva de granizo dourado, os primeiros grãos do milho. No México, os maias (cujo nome significa "povo do milho") e os astecas o adoram até a chegada dos conquistadores espanhóis que o assimilam ao paganismo.
Na América do Norte, para os hopi, cheyennes, mohawks e iroqueses, o milho também é uma planta sagrada. Uma lenda Cherokee fala de três irmãs que simbolizam as três plantas alimentícias dos índios: milho, feijão e abóbora. Os colonos que expulsaram esses povos de seus territórios não reservam o mesmo status para o milho. Embora os povos tenham sido salvos por ele das fomes de 1622 e 1623, levará várias gerações para que eles lhe concedam suas cartas de nobreza. É difícil imaginar hoje o lugar do milho na cultura, alimentação e economia americana, que George Washington, ele mesmo um fazendeiro, reservou para seus convidados um pão de trigo que ele não tocou.
A partir de 1492 a aventura europeia começou. O milho será então chamado de todos os nomes: trigo espanhol, trigo turco, trigo mourisco, trigo indiano e até mesmo turquis no dialeto de Bressan. Foi através do comércio que o milho iniciou a sua conquista do velho continente, a partir dos portos dos Açores, Espanha, Portugal e Mediterrâneo, após uma longa viagem pelos porões dos conquistadores. Foi apenas a primeira parada em uma viagem mundial que o levou a Roma em 1539, Turquia, África e até a Ásia. A partir do século 16, continuou a se expandir na Bulgária, Romênia, Sérvia, Hungria e Áustria antes de chegar aos Bálcãs, Ucrânia, Rússia e finalmente à Sibéria no século 18. Na França, no Béarn ou no País Basco, o primeiro texto que menciona o milho data de 1523.
Longe, muito longe de sua reputação como planta sagrada, era então uma cultura alimentar destinada a alimentar os animais nas fazendas. É só graças à escassez de alimentos que o país vai viver, que o milho passa dos cochos às bancas dos nossos mercados. Durante os séculos 17 e 18, a orelha ianque estava em alta entre cientistas e agrônomos. Assim, em 1600, em seu tratado de agronomia, Olivier de Serres defendia o cultivo deste "grão grande da Turquia", como Antoine Parmentier, para a não menos americana batata. Foi sob sua influência que o milho deixou de ser um alimento de fome para um alimento magro, especialmente na forma de mingaus e panquecas: milhàs Occitan, Landes cruchade, Gaude Bressane ou polenta italiana ...
Aos poucos, a orelha vai se aninhando na Europa em nossas receitas e dentro dos limites climáticos propícios ao seu crescimento. O milho requer pequenos agricultores e grande mão-de-obra, é o grão das pequenas explorações. Se for relatado em Haute-Marne (1810), em Seine-et-Oise, em Seine-et-Marne, em Oise e na Bretanha (meados do século XIX), o seu cultivo não excede ou apenas excede ligeiramente a linha que vai de a Vendée, na Alsácia, e seu reduto continua sendo o sudoeste da França, onde muitos agricultores de pequenas propriedades familiares se especializam nessa cultura. Com a chegada dos híbridos americanos do Plano Marshall em 1948, os produtores estão testando esses novos milho que lhes permite dobrar suas safras. Mas sob o impulso de um visionário Béarnais, Louis Bidau, produtores e cientistas estão assumindo o desafio de criar e produzir variedades de milho híbrido na França.
Em 1946, o Instituto Nacional de Pesquisas Agronômicas (INRA), criado para "alimentar a França", passou a oferecer aos produtores em 1957 as primeiras variedades híbridas adaptadas às condições climáticas das fazendas do norte do Loire. Eles vieram de um cruzamento entre o milho americano e uma população francesa muito antiga, "redescoberta" em Lacaune, nas montanhas de Haut-Languedoc.
Foi então que o cultivo de grãos de milho e milho para forragem se espalhou para o oeste e o norte da França. Utilizada como forragem no colmo, distribuída em verde e mantida como forragem fermentada em silo garantindo um estoque de inverno para os rebanhos, é o início da revolução forrageira das décadas de 1960 e 1970. Esta revolução também é ilustrada por uma melhor valorização do capim com a criação de novos prados semeados, a chegada de prados temporários e o desenvolvimento de superfícies de milho forrageiro.
Musa, divindade, trotador globo, planta alimentar ... Se a história do milho conta tão bem a nossa história, é graças à sua incrível capacidade de adaptação a climas e solos. Graças às suas qualidades, alimenta animais, pessoas e lendas há milênios e em todos os continentes. E algo nos diz que sua história não vai acabar aí.
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tulipas-de-narnia · a day ago
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Assista DanKendi comigo na Twitch! https://www.twitch.tv/dankendi?sr=a
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kaifiwarsi · a day ago
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भारत में यूरोपियों का आना और शक्ति का प्रसार धीरे धीरे करना, जाने पूरा घटनाक्रम संक्षिप्त में
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vamosfalarbonito · a day ago
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E aí, vamos falar bonito?!
Com certeza você também já ouviu alguém dizer "Fulano fala tão bonito!". Quase sempre essa frase  é dita como elogio e "falar bonito" soa como algo desejado.
Quando isso acontece, quase sinto uma pontada nos ouvidos. 
Isso porque também quase sempre se refere à fala de  pessoas que recorrem a um vocabulário rebuscado, com palavras menos usuais e/ou jargões de áreas profissionais específicas. Como é o caso do famoso "jurisdiquês" Esse, sim, me dá arrepio!
Mas de que serve inserir termos na nossa fala, sabendo que aqueles que nos ouvem não vão entender o que estamos dizendo?
Eu poderia responder a essa pergunta, mas o assunto dá pano pra manga e fica pra outro episódio.
O que importa agora é pensar que falar bonito é ter uma boa comunicação, e uma boa comunicação é uma comunicação eficiente. Ou seja, falar para que o outro possa compreender. Então, se falamos no dia-a-dia com pessoas com diferentes bagagens linguísticas, que estejamos aptos a conseguir adaptar nossa fala com o objetivo de  possa estar acessível aos nossos interlocutores (aqueles com quem interagimos linguisticamente).
Falar bonito é falar para ser compreendido, afinal, como diz a máxima das Letras, "língua é como roupa: usamos aquela mais adequada à situação".
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triplesign · a day ago
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Les fleurs allègre votre vie.
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triplesign · a day ago
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Élégance Asiatique.
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duda-fiennes-tiffin · 2 days ago
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I want so bad to get more tattoos😫😤💉
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papercig · 2 days ago
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THE EDGE
 … with hunger and a movie on my agenda for this afternoon as part of my plan not to go insane… I head for the nearby shopping mall called the Aveiro Forum (Portugal)… a Romanesque style building including condo complexes at both extremities… one even has a direct view of the cemetery… the rest of the complex is an outdoor shopping mall, with shops, cinema, food court and even gardens on the roof… and in true roman colonization style, it is built along a canal…
 … with rain… logistically it was easier to eat in the food court and then go to the cinema… order soup which is in itself a meal… the tables were packed with future generations of noisy students… there was a rectangular table for four, with only a pregnant woman… I asked for permission to sit diagonally from her, she nodded yes… we ate in silence, looking everywhere except at one another…
 … I see an old man standing near the soup kiosk with a tray in hand… he is looking around for a place to sit, but it seems more like he is scouting the tables… if I were to listen to my empathy… I would say he’s looking for a table where he would not be refused a seat… without asking… he ends up sitting next to me and facing the pregnant woman… for a second I thought she would get up and leave… there’s still a strong sentiment of respectful po­liteness in this country… probably remnants of fascist submissiveness or even as far back as aristocracy…
 … hand me downs… a suit jacket with large shoulder pads and dirty trou­sers… all this with mis-matched colors… top off the wino GQ ensemble with a black baseball cap… he bathed recently, there is a pleasant manly scent… though there’s a week-old stubble on his flaccid skin… and high blood pres­sure skin tone does not compliment him in any fashionable way…
 … quite a short old man… he leans into the table, almost as if he was a child and his mom was behind him and pushed his chair against the table… he alternates, eating a spoon full of soup and then one of fruit salad from a plastic cup… whatever is eaten, he makes a slurping sound… I feel sorry for saying this but it looked like he was eating out of a trough… picks up the bowl and then drinks the soup… and with a flash he gets up and leaves, with half the soup remaining in the bowl… maybe he did not want to fill his stomach with food to leave room for booze…
 … I share/exchange a pity smile with the pregnant woman… looking at her I can’t help and think that he was someone’s baby at one time… was he loved?… nothing happens for a reason… I feel and believe divinity likes to give us clues, a kind of prankster at times… maybe there was a message here for me or even us three sitting at this table… could it be interpreted? … the un­born baby being my past and the old man my future… what I was and what I will be… thank you divinity and by the way go fuck yourself…
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uzakdegilyakin · 2 days ago
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Lovely street in Ferragudo, Algarve Coast, Portugal . This one is for Gabriela and Nic :)
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papercig · 2 days ago
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...Montreal…..…slices of life Part 4
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...Montreal…..…slices of life Part 4
… as a kid in the 60’s, we grew up in Montreal’s plateau (rue Hotel de Ville), which at that time was a blue-collar neighbourhood, today though, it’s quite bourgeois…… it was a mix of mostly French & Portuguese (amongst others) as the previous generations were mainly Jewish but had moved to newer areas of Montreal… for the most part, some landlords were still Jewish folks renting to the newly arrived immigrants such as they were themselves once upon a time too… I feel, it was understood, almost like an unwritten rule amongst immigrants coming to Montreal… we all need a break and some kindness… eventually as economic times improved for the Portuguese immigrants, they started buying these houses from the Jewish landlords as they were getting on in age and their children did not care for these old buildings…
… I can still remember our landlord, a tall Jewish man who dressed in black or dark suits and always wore a hat, must have been a fashion statement or some sort of piety, I feel it was the latter… 2 things impressed me… that this very old man had once lived in our flat as a kid… and that he was a kid once upon a time… he came once a month to collect the rent and my dad would always invite him in for a glass of homemade wine, never moonshine… I’d watch/listen to the old man’s heavy steps follow my dad into the kitchen… and as the men sat at the table drinking, he would complement my dad on how the flat was well kept and clean and how he wished he had more tenants like us and at the same time complained about the other tenants who according to him, left a lot to be desired… now, without time, the old man did not compliment and/or complain any more… nor did he collect the rent ever again… as his son-in-law took over this inherited task…
…..on a lighter note…..our building had 3 storeys and we lived on the ground floor (see picture)…often we’d go to the second floor balcony and slip underneath the hand rail and slide down the metal pole as would a fireman or even Batman…..yeah! a true juvenile daredevil stunt and with the wisdom of an 8 year old sliding down the pole, the back of my sweater got hooked on the iron fence and tore/ripped… …stepping (sneaking) into the house as my mom was over the stove stirring caldo verde (kale soup) along with whining/bitching about her bitter life…..oufff! ….she was a prime example of someone who desperately needed valium or simply get laid of which she had neither, I guess….seeing my torn sweater, she pulled out the lukewarm wooden spoon from the soup pot and came at me with a vengeance fuelled by her frustration of life and even for life …..barely within arm’s reach, the spoon was already being swung at my head…..having drops of soup splattering all over my face and especially my lips….I pointed out to her, that the soup was too salty (even under distress, I’m still adorable, no?)…..suffice to say, my culinary opinion/observation was not appreciated and the beatings continued until any soup latching on to the spoon evaporated….mind you, that evening for supper as I slurped the soup between my swollen lips, I still acknowledged to myself (of course) that indeed the soup was salty and that Gordon Ramsay would eventually agree with me……
……on a final note………we barely lived here 2 years, as my parents deemed the flat to be haunted…..so we moved on to another flat on Clark street…no ghosts but plenty of cockroaches…..in hindsight, not sure which was worse?. ….
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